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Peneda-Gerês, Parque Nacional de Portugal

Centésima Página
Peneda-Gerês, Parque Nacional de Portugal
Com a presença do autor e do arqueólogo, e antigo diretor do Côa, António Martinho Batista"Tudo começou em 1888, após uma montaria de D. Luís I à cabra-montês, nem sequer muito bem-sucedida, mas que motivou a criação da Mata Nacional, antecessora do atual Parque Nacional da Peneda-Gerês. Graças a estas iniciativas de conservação, ainda hoje podemos, como el-rei, admirar a paisagem, a fauna e a flora, bem como as marcas ancestrais da ocupação humana deste território de cerca de 69 000 hectares, assentes sobre uma base granítica originária de há cerca de 320 a 290 milhões de anos.Este livro revela a Peneda-Gerês numa viagem cruzada através da história, da ecologia e da cultura do único parque nacional português. Mais do que um retrato, é um apelo à preservação da riqueza e diversidade de um património que corre o risco de perder a sua identidade cultural e ambiental"Miguel Brandão PimentaExerceu funções no Instituto da Conservação da Natureza e no Parque Nacional da Peneda-Gerês, entre outras instituições. É autor de inúmeros trabalhos nesta área, publicados a nível nacional e internacional, entre os quais se destaca o Atlas das Aves do Parque Nacional da Peneda-Gerês (1996).Atualmente, dedica-se à reconstrução histórica da fauna em Portugal, a partir de fontes históricas e culturais, sendo coautor dos livros «Urso-pardo em Portugal: Crónica de uma extinção» (2017) e «Feras e Homens: A fauna no Portugal medieval (2022)».